“Acorda gritando por socorro”, diz advogada de vítima de suposto estupro
ocorrida nas dependências da Delegacia-Geral da Polícia Civil do Piauí divulgou nova atualização sobre o estado de saúde da mulher, que permanece internada em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em estado grave e sem previsão de alta.
De acordo com a advogada Nathália Freitas, a idosa ficou entubada por aproximadamente três dias desde a internação. Diante da gravidade do quadro clínico, a família busca a transferência para um hospital da rede particular e aguarda posicionamento do plano de saúde (PLAMTA) sobre a disponibilidade de vaga.
A nota também descreve que, mesmo sob cuidados intensivos, a vítima apresenta episódios recorrentes de extrema agitação e estado de pânico. Segundo a defesa, ela tem gritado por socorro e pedido proteção, além de relatar dores e apresentar movimentos involuntários compatíveis com reação de defesa.
O quadro clínico inclui ainda confusão mental significativa, o que, segundo a advogada, reforça a gravidade da violência sofrida e exige cautela na divulgação de informações.
A defesa voltou a contestar informações que circulam sobre um suposto relacionamento entre a vítima e o investigado. Segundo a advogada, qualquer afirmação nesse sentido é “absolutamente prematura”, já que a vítima ainda não recuperou plena consciência para relatar os fatos sob sua própria perspectiva.
“A vítima sequer recuperou sua plena consciência para relatar os fatos sob sua perspectiva, sendo indispensável o respeito ao seu direito de fala no momento oportuno”, destacou a defesa.
Por fim, a advogada reafirmou o compromisso com a apuração da verdade e com a preservação da dignidade da vítima, ressaltando que todos os esclarecimentos devem ocorrer pelas vias legais adequadas.
Leia nota na íntegra:
“A defesa técnica da vítima vem a público atualizar as informações acerca do estado de saúde da vítima de grave violência ocorrida nas dependências da Delegacia Geral.
No que se refere ao quadro clínico, informa-se que a vítima permanece internada em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em estado grave, sem qualquer previsão de alta. Durante o período de internação, esteve entubada por aproximadamente três dias. A família, diante da gravidade da situação, busca a transferência para hospital da rede particular, estando, no momento, no aguardo de posicionamento do PLAMTA quanto à disponibilidade de vaga.
Quanto às informações que vêm sendo divulgadas acerca da existência de um suposto relacionamento entre a vítima e o investigado, a defesa ressalta que qualquer afirmação nesse sentido é absolutamente prematura. A vítima sequer recuperou sua plena consciência para relatar os fatos sob sua perspectiva, sendo indispensável o respeito ao seu direito de fala no momento oportuno.
Registre-se, ainda, que, mesmo sob cuidados intensivos, a vítima apresenta episódios de extrema agitação, demonstrando estado de pânico, com gritos constantes por socorro e pedidos de proteção, além de relatar dores e apresentar movimentos involuntários compatíveis com reação de defesa. O quadro inclui, ainda, significativa confusão mental, o que reforça a gravidade da violência sofrida e a necessidade de cautela na divulgação de informações.
A defesa técnica da vítima reafirma seu compromisso com a verdade dos fatos e com a preservação da dignidade da vítima, confiando que todos os esclarecimentos necessários serão alcançados por meio das vias legais adequadas.


